"“Que caminho tão escuro e tão cheio de areia…”
Quais as dimensões do racismo na vida do povo preto? A realidade e as implicações do que é ser uma mãe preta no Brasil são trazidas à tona quando ela perde o filho assassinado pela máquina de matar do estado. Quantos escutam esse choro? Negra Sou revela um grito marcado pela tragédia comum brasileira.
Reagir diante o genocídio, entender a própria negritude, amar a raça. Os que se foram, são encaminhados pela ancestralidade em direção ao início, mas deixam a dor da luta para os que permanecem em terra. Permaneceremos vivos, ainda que mortos, mas cantaremos nossa dor: negra sou!"